vendredi 23 août 2013

Coaching, um acompanhamento que não se impôe


Se você não sentir necessidade, você terá a tendência de rejeitar uma proposta de coaching. “Se hoje eu tivesse que dar um conselho a um amigo ou fazer uma proposta de coaching a um de meus colaboradores eu tomaria o cuidado de esclarecer de que se trata, como se desenvolve e o que significa, para evitar que ele se fira a priori com esta prática tão mal conhecida. Na realidade ele pode interpretá-la como uma atribuição de incompetência, quando ao contrário se trata de um investimento feito pela empresa em seus talentos: a despesa em si demonstra que a empresa acredita em seu potencial de desenvolvimento e de seu progresso na organização.”

É sempre mais fácil imaginar um acompanhamento enquadrado em uma tomada de função, parecendo mais “anormal” necessitar de apoio externo em outras circunstâncias. Por outro lado uma intervenção mais tardia permite à pessoa que está sendo acompanhada dominar com vantagem situações delicadas sob sua gestão: ela as conhece, já se confrontou com elas e já testou comportamentos variados...

O essencial a lembrar
Se fazer acompanhar é admitir que se tem limites ... e que eles podem ser reposicionados! O próprio fato de conseguir ler nos olhos de quem lhe estima, o sentimento de admiração pela vitória, encoraja a não fazer “sempre a mesma coisa” mas a ultrapassar o próprio limite.


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